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Myra Ellen
Myra Ellen. Mulher que eu conheço tanto e ao mesmo tempo desconheço totalmente. Meu exemplo; minha força; voz que me faz dormir, rir e chorar; palavras que fazem com que eu me entenda melhor. Ninguém mais consegue falar tão dentro de mim. Experiências ruins, uma força impressionante, um jeito mágico de superar as dificuldades: através da música. Quantos homens e mulheres ela não fez mais felizes? Quantas pessoas não agradecem tanto por essas palavras? Que capacidade incrível de entender tão bem os sentimentos das pessoas. Louca, descabelada, gritando, calma, bem arrumada, mãe. Com essa menininha que foi um milagre. Como criticar? Sim, ela tirou a tristeza, trouxe de volta o sorriso e uma serenidade que nem todos aprovam. Eu aprendi a aprovar, preciso também desse lado. Myra Ellen, Tori, tão rebelde e tão cristã, Maria Madalena, um grande livro de mitologia, uma espiritualidade indígena, meu ideal de beleza, de estilo, de inteligência. Mulher que eu não quero conhecer, com quem eu não quero conversar. Fico feliz com a obra, com a mensagem. "EWF", "Toriphile", ontem, hoje, sempre.
Rabiscado por Strange Little Girl - 12:59 PM -
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Final de ano
Vou tentar seguir o exemplo da Nathy: valorizar o que aconteceu no ano que passou ao invés de só desejar mudanças para o ano que virá. Vai ser complicado, pois 2006 foi difícil, bem difícil. Mesmo assim, eu viveria esse ano novamente, pois ele me ensinou a viver e a valorizar o que realmente vale a pena. O ano começou com umas aulas no cursinho e mais oito dias de vestibulares. Muita insegurança, muito medo de não passar, mas acabou. Tive um mês e meio de férias. Foi ótimo. Passei muito tempo com o meu namorado, perdi 5kg, descobri que tinha passado em todas as faculdades, pulei e gritei muito, recebi parabéns sinceros de quase todos os meus professores, os quais eu nunca mais esquecerei. Fui na festinha do meu amigo que também passou. Estava felicíssima. Pois é, começaram as aulas. A "semana de recepção" foi divertida. Estava adorando a faculdade: toda cheia de árvores, fresquinha de manhã, grande. Foi só começar a rotina que eu pirei. As árvores não eram tão bonitas e os ônibus, insuportáveis. Fiquei com muita saudade do colégio, detestava aquele mundo impessoal. Queria professores que tivessem o mínimo de didática e soubessem o meu nome. Fiz amigos errados, eles me decepcionaram. Chorei, chorei muito. Desejei não ter passado, desejei estar no cursinho, desejei que tudo voltasse. Invejei minhas amigas que entraram em faculdades particulares e estavam adorando. Fiz bons amigos também, ri muito, comi sorvete barato de copão, copiei lição, falei mal de professor, dormi no banquinho da biblioteca quando não aguentava mais estudar, passeei um pouco com os meus novos amigos, vi meu namorado 13 horas por dia e não enjoeei. Daí chegaram as férias de julho. Passaram voando. Fui viajar para o sítio da família do meu namorado. Adorei. Comi muita coisa gostosa, li na rede, joguei baralho, nadei na piscina gelada, fui a três churrascos na mesma semana, bebi tudo quando é marca de cerveja, conheci úm monte de "parente", brinquei com as crianças, peguei pedrinha, levei picadas de pernilongo. Saí bastante também. Assisti a primeira temporada de Lost. Foi bom. O segundo semestre foi esquisito. Foi excelente em relação aos amigos, péssimo em relação à faculdade. Praticamente só tive aulas de Química. Passei a detestar aquela disciplina. A maioria dos professores eram péssimos. Tudo o que eu queria era fugir daquela faculdade, queria férias. Nunca tinha cabulado tanta aula na minha vida (também, não serviam para nada). Passei a me questionar se era aquilo mesmo que eu queria da vida. Ainda não sei, admito. Perdi minha autoconfiança, comecei a ter medo de falar em público, engordei. Fiquei mal. Não me reconhecia mais, não sabia o que queria. Demorei para traçar novos objetivos. Resolvi começar a ler novamente, a escutar mais música, a assistir a mais filmes, a aprender a tocar algum instrumento. Passei a me sentir melhor. Passei a valorizar os meus verdadeiros interesses, a entender que a minha vida pessoal vale mais do que um monte de cdfs me dizendo que eu tenho que me matar de estudar, fazer um monte de estágios e não ter vida para conseguir um bom emprego. Mesmo com todo esse drama, deu para aproveitar. Nunca saí tanto na minha vida. Fiz tanta coisa com os amigos: comi pizza, churrasco, sushi, joguei RPG, fui ao cinema, ri, fofoquei. Agora estou de férias, lendo tudo o que vejo pela frente, perdendo os quilos que ganhei, dormindo até tarde, escutando muita música, passeando bastante. Decidi continuar com a faculdade até descobrir o que realmente quero. Decidi também diminuir minha carga horária e me dedicar às outras coisas: meu curso de música, meus livros, minha vida. Não vou me torturar por algo que nem sei se quero. Esse ano foi difícil, com certeza. Mas foi bom. Eu cresci, conheci meus verdadeiros interesses e aprendi a valorizar o meu sucesso mesmo que ninguém nem saiba o meu nome. Não voltaria para o colégio, mas admito, ainda tenho muitas dúvidas e muito medo. Então é isso! Um novo ano está chegando e com ele novas promessas: entrar em uma calça 38, aprender um pouco de música, ler muitos livros, aprender a dirigir, quem sabe entrar em um curso de dança, tentar começar a escrever, me divertir muito, ir a mais festas, valorizar os amigos, namorar muito e também, se for possível, ficar com um 8,0 na faculdade. Feliz ano novo pra todo mundo!
Rabiscado por Strange Little Girl - 11:12 AM -
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Memórias
Memórias que de repente resolvem me visitar. Memórias que me apertam o peito, que me arrepiam, quem me fazem querer chorar de uma maneira que eu já me esqueci. Um amor, uma história que provavelmente só aconteceu na minha própria mente. Sonhos, segredos, palavras doces... coisas que eu disse com toda a sinceridade e escutei tentando acreditar em alguma sinceridade. Fotografias, lágrimas, músicas, lágrimas, cartas, lágrimas. Um amor doentio, talvez. Digno de um belo romance. Um amor que acabou totalmente. Saudades? Do homem, nenhuma. Do sonho, alguma. Um diário. Muito, muito medo de abrir. Meu Deus! Quantas imagens, quantos sons! Um ghazal estranho, um pop/rock cantado em uma língua diferente, uma sonoridade que me encantou, uma cultura oposta, uma hipocrisia semelhante, Allah, uma devoção assustadora, uma menina tentando acreditar na sua existência, uma menina jamais acreditando em coisa alguma, terorrismo, mulheres "separadas" dos homens, véus, túnicas, olhos castanhos escuros, cabelos lisos, peles morenas, uma beleza estranha porém fascinante, Lahore, henna, caminhões coloridos, tudo colorido, dourado, vermelho, árvores, inverno gelado, verão escaldante, jejuns, meninos pequenos, mesquitas, alfabeto "minhoquinha", urdu, uma menina que até hoje conseque ler ou pronunciar alguma coisa. Um sonho.
Rabiscado por Strange Little Girl - 7:22 PM -
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LibraryThing
Eis aí meu novo vício. Um ótimo site que eu descobri enquanto dava uma olhadinha no blog do Neil Gaiman (coisa que eu deveria fazer mais). Você se cadastra lá (é só escrever um nome de usuário e uma senha) e cataloga todos os seus livros. Dá para ver as listas de livros das outras pessoas, ver quantos livros elas têm em comum com você, escrever resenhas, obter recomendações baseadas nos livros que você tem, "unsuggest" (Jesus, como traduz isso?) livros, conhecer os livros que são "opostos" àqueles que você está procurando e por aí vai. Divertidíssimo. Minha lista ainda está minúscula. Eu deixei muito livro de lado e passei um tempão sem ler nada. Agora estou correndo atrás do prejuízo. 
Rabiscado por Strange Little Girl - 1:03 PM -
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Dieta
Eba! Já saí dos assustadores 60,5kg e cheguei nos 58,0kg. Ainda está longe do manequim 38, dos vestidinhos e do biquini, mas já é um começo.
Rabiscado por Strange Little Girl - 12:49 PM -
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Novas aquisições
Rabiscado por Strange Little Girl - 8:52 PM -
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O Ilusionista
 Sinopse do e-Pipoca: "Em Viena, na virada do século 19, um mágico (Norton) se apaixona perdidamente por uma princesa (Jessica). Mas quando ela fica noiva de um príncipe, ele fará tudo o que estiver ao seu alcance para conquistar a amada. Inclusive, e principalmente, utilizar suas habilidades como ilusionista. Baseado no conto ''Eisenheim the Illusionist'', escrito por Steven Millhauser."O começo parece devagar, o meio é mágico e o final é surpreendente! Recomendado.
Rabiscado por Strange Little Girl - 8:41 PM -
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Liberdade
Liberdade: esse é o nome que eu dou para as minhas atuais férias. Nunca havia me sentido tão sufocada com a vida acadêmica. Como já disse antes, estudo em um hospício. Pois bem, agora já se passou uma semana. E que semana! Vamos começar pela parte mais traumática. Extraí dois "dentes do siso". Nenhum dos dois havia nascido, um estava na horizontal (!) comprimindo os outros dentes que começaram a entortar. A cirurgia até que foi tolerável. Tori Amos bem alto no mp3 e uma dentista conversando feliz com a minha mãe. Também um bisturi, umas seringas de soro fisiológico, um monte de anestesia, um martelinho, uma "broca", um monte de linha, etc. Saí até feliz de lá, sangrando, mordendo gaze, mas não tão ruim quanto imaginava. Troquei de gaze, troquei de gaze de novo... quando a vigésima gaze ficou vermelha eu comecei a me irritar. Quando o efeito do analgésico acabou, fiquei mais irritada ainda. Quando vi que não conseguiria dormir e passei mal por causa do gosto maravilhoso que estava na minha boca, quase tive um chilique. Dormi mal, no sofá. No outro dia virei o Fofão, parecia ter um tumor na minha bochecha. Depois minha gengiva ficou imensa. Agora tô só o "Fofinho" com a gengiva roxa e vivendo a base de antibiótico, antiinflamatório, analgésico, enxaguante bucal, sorvete, sopa e mingau. Não vejo a hora de comer um belo pão, uma pizza, um macarrão, uma torta, qualquer coisa sólida! Agora a parte mais ou menos. Comecei uma dieta. Estava comendo muito bem, fazendo minhas caminhadas diárias. Tudo estava a mil maravilhas. Perdi mais de meio quilo em quatro dias. Agora foi tudo "pro brejo", temporariamente. Culpa de quem? Do dente. Não dá para andar, a bochecha duplica, a gengiva dói. Não dá pra comer balanceadamente com apenas líquidos. Pelo menos não estou engordando, não dá vontade nem de ver comida. A dor fala mais alto que o estômago. Também tem a parte quase boa. Me matriculei na auto-escola. Passei no psicotécnico, já fiz duas aulas teóricas. Uma insuportável (mecânica), a outra legalzinha (primeiros socorros). Talvez lá para o final de janeiro consiga começar as aulas práticas. Sinceramente, não acredito nas minhas habilidades como motorista. E estou percebendo que o sonho de carta em março está bem distante, talvez lá para o meio de abril. E finalmente, a parte boa. Me inscrevi na escola de música, vou fazer teclado mesmo. Queria piano, mas onde diabos eu vou aprender a tocar pop/rock em um piano com um professor decente e em um lugar perto de casa? Também assisti a cinco filmes. Aluguei coisas que nunca alugaria: romances. Aluguei também coisas que eu queria voltar a assistir: dramas. Enjoei de suspense e terror. Todos foram válidos, mas preferi os dramas. Resolvi também atualizar minha playlist. Passei horas escutando a Last.fm até encontrar artistas interessantes. Roqueiros, mulheres loucas no piano, DJ's, um pouco de tudo. Agora estou começando a escutar e selecionando o realmente bom do esquisito demais. Retornei ao mundo da leitura. Estou terminando minha inspiradora autobiografia da Tori Amos enquanto eu leio meu Sandman (Fábulas e Reflexões), compro revistas de psicologia e pesquiso sobre mitologia na Wikipedia. Digamos que foi uma semana bem proveitosa (!?). PS: Passei com um inesperado 7.9 em Química Analítica. Nunca mais terei que ver (espero) aquele laboratório fedido e lotado de cupim.
Rabiscado por Strange Little Girl - 12:12 AM -
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Criatividade?
Estou totalmente sem criatividade, não consigo escrever. Eu tenho muito a dizer: ando lendo bastante, escutando muita música nova, assistindo a vários filmes. Também tenho refletido muito sobre as coisas. Mas não consigo passar para o papel. Não estou com paciência para escrever algo bom (procurar as melhores palavras, editar os textos) e estou cansada das minhas próprias postagens ruins cheias de "Eu fiz isso, eu li isso, eu assisti a isso". Não consigo ler esses textos, são insuportáveis, não me agradam. Mesmo assim, acredito que terei que escrever muita coisa "sem sal" até a inspiração voltar. Fazer o que, né?
Rabiscado por Strange Little Girl - 12:04 AM -
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Assunto de meninas
"Ainda abalada pela perda da mãe, que morreu há 3 anos de câncer, a bela e sensível Mary Bradford (Mischa Barton) não consegue se comunicar com o pai e a madrasta. Alheios aos problemas emocionais dela, eles a enviam para um internato feminino. A recepção das novas colegas é ótima e ela é instalada no quarto das lindas Paulie Oster (Piper Perabo) e Tory Moller (Jessica Paré), a primeira rebelde e idealista e a outra insegura e rica. Aos olhos dos outros Paulie e Tory boas amigas, mas em seus corações elas são amantes ardentes. Apesar do espanto inicial, Mary, com seu jeito tímido, conquista a confiança das duas e se torna a única confidente do casal. Enquanto tenta se adaptar ao novo ambiente, Mary vê a dificuldade das amigas em lidar com alguns dos impasses do relacionamento, causados pelo preconceito de suas famílias e por suas profundas crises de identidade, principalmente quando Paulie e Tory são pegas na cama. Temendo uma reação contrária da família, Tory passa a ter uma relação heterossexual, para acalmar os ânimos. Além disto a própria Tory quer se convencer que é só amiga de Paulie, que não se conforma com esta situação pois a ama profundamente e não medirá conseqüências para ter de volta a pessoa que mais ama. Caberá a Mary tentar impedir que algo trágico aconteça."Gostei bastante do filme. Ele aborda o homossexualismo de uma maneira séria e normal, sem masculinizar as meninas ou tratar tudo como piada. Não dá para não lutar pelo amor delas. Ele também mostra como o preconceito pode atrapalhar um bom relacionamento. Apesar de tudo, ele dramatizou demais a história. A segunda parte do filme é um pouco forçada, transforma o relacionamento (na visão de uma das meninas) em algo obsessivo demais. Eu sinto falta de filmes realmente felizes sobre o homossexualismo. Mesmo assim vale a pena. Só não é o tipo de filme para pessoas que realmente têm preconceito. http://adorocinema.cidadeinternet.com.br/filmes/assunto-de-meninas/assunto-de-meninas.asp
Rabiscado por Strange Little Girl - 12:54 PM -
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Egoísmo
Percebi que é muito fácil pensar só em si mesmo e nos seus próprios problemas e objetivos. Entretanto, é muito melhor deixar sua própria vida de lado e dedicar um pouco de tempo às outras pessoas. Quando você realmente consegue ajudar alguém, a sensação de felicidade compensa qualquer tempo "perdido". Pena que eu ache difícil, de vez enquando, fugir do meu próprio mundinho.
Rabiscado por Strange Little Girl - 12:35 PM -
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Insanidade
As pessoas não prestam, as pessoas não deveriam existir. Eu as odeio demais, com raríssimas excessões. Elas não vêem da maneira que eu vejo... elas simplesmente não entendem nada. Elas fazem pouco caso das coisas importantes, elas tratam tudo como bobagem, elas são nojentas. Elas vivem em seus próprios mundinhos diferentes onde ninguém pode entrar. Eles são podres como elas, inúteis como elas. Eles não são meus... eles não fazem parte de mim. As pessoas não me deixam falar, não me deixam existir, não me deixam ser mais que uma montanha de sonhos não realizáveis. E eu também sou uma pessoa e também não presto. Eu também não entendo os sonhos alheios, os medos alheios, os amores alheios. Eu ignoro tudo! Eu não deveria estar aqui, ninguém deveria estar aqui. "'Cause they can't see What you're born to be. They can't see me. They can't be What they can't believe. The can't see what you see.
They can't see, they can't see You know, you know, you're jumping from a high jump Don't hide your head, hide your head So many do, you know, but them, they can't see" [Editando] Já estou melhor. As coisas não são tão ruins assim... [/Editando]
Rabiscado por Strange Little Girl - 11:36 PM -
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Caravanserai
A melhor viagem não é física, não precisa de conforto ou de belas paisagens. A melhor viagem é psicológica, introspectiva, planejada meticulosamente pelo melhor guia que já existiu: a música. A música nos transporta para os mais maravilhosos lugares, desperta sensações por muito tempo esquecidas, dá vida a amores, desejos, esperanças. Ela nos abraça como o mais fiel dos amigos, nos dá prazer como o melhor dos amantes, nos faz chorar como a partida de um grande amor. Ela nos mostra a beleza do mundo, da vida. Ela é uma das razões para se querer viver. Para uma grande viagem, uma incrível música... Loreena McKennitt - Caravanserai Muitos anos sem produzir e, finalmente, um album tão perfeito quanto os anteriores.
Rabiscado por Strange Little Girl - 10:18 PM -
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*Esse
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